Conif prestigia aula inaugural do Instituto Benjamin Constant

aula magna4A aula inaugural dos cursos profissionalizantes do Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro, contou com a participação do presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Jerônimo Rodrigues da Silva, nessa quarta-feira, 3/4. Dirigentes do Ministério da Educação (MEC) e diversos parceiros também prestigiaram o evento da entidade que é referência nacional em ensino, inclusão e profissionalização de pessoas com deficiência visual.

A aula foi um convite à reflexão sobre o pioneirismo do IBC e sua missão como centro de referência, além de promover os novos espaços abertos para a educação profissional na capital fluminense. “É um momento histórico para a instituição e queremos ser parceiros. Os cursos, de uma maneira geral, vão incluir esses profissionais no mercado de trabalho e isso é muito bom. Todos ganham”, ressaltou o presidente do Conif.

O trabalho profissionalizante é novidade na instituição que, no decorrer de seus mais de cem anos, se especializou em atender crianças e adolescentes cegos, surdos-cegos, com baixa visão e deficiência múltipla. “Seguimos os anseios dos idealizadores do IBC, expressos nos primeiros documentos e praticados nas antigas aulas de ofícios”, disse Claudia Lucia Lessa Paschoal, diretora do Departamento de Educação do instituto, que também se destaca com outras atividades voltadas ao deficiente visual como impressão de livros em braile e a difusão de pesquisas acadêmicas na área de inclusão.

O secretário de Modalidades Especializadas de Educação do MEC, Bernardo Goytacazes de Araújo, recordou a luta do IBC para manter sua escola aberta e considerou o momento como uma “refundação”.

Em sua fala, o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Alexandro Ferreira de Souza, afirmou: “o IBC está na ponta da educação de excelência e, não existe política mais inclusiva do que uma educação que possibilite desenvolver o que temos de melhor e a superar nossas limitações”.

Instituto Benjamin Constant – Foi criado em 1854 por José Álvares de Azevedo, que era cego de nascença. Aos 10 anos de idade, iniciou os estudos na França, até então, única instituição especializada do mundo – o Real Instituto dos Meninos Cegos de Paris. Lá, teve contato com uma tecnologia que viria a revolucionar a vida dele e de pessoas de todo o mundo: o Sistema Braille.

 

Marcus Fogaça

Assessoria de Comunicação

Conif

(61) 3966-7203

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