MEC abre chamada de credenciamento para mais três novas Unidades Embrapii na Rede Federal de Educação

5394E204 E511 482B BE4E E6B0D6C7066BO Ministério da Educação (MEC) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) lançaram, nesta quinta-feira (24/2), uma Chamada Pública de Credenciamento para abertura de três novas unidades Embrapii para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.Podem participar da Chamada os Institutos Federais (IFs), Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e o Colégio Pedro II.

Os interessados deverão ficar atentos ao prazo de envio das propostas, que será encerrado no dia 25 de março. A parceria para instalação das unidades Embrapii terá gestão do MEC, por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), com supervisão do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O orçamento para os selecionados será de R$ 9 milhões, sendo R$ 3 milhões para o plano de ação de cada uma das trêsinstituições finalistas.

Em sua fala durante a solenidade, o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Tomás Sant’anna, destacou a importância da parceria e a urgência de ampliar a capacitação de jovens e adultos no Brasil. “Vamos trabalhar para ampliar a participação de novos institutos, de novas entregas e a aproximação com o setor produtivo que traz benefícios”, disse.

A vice-presidente de Relações Institucionais do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Deborah Santesso, participou da cerimônia realizada em Brasília.Segundo ela, o lançamentodo Edital está em consonância com a vocação dos IFs para a inovação e empreendedorismo, ao demonstrar a competência e o potencial das instituições, além de reafirmar o trabalho das unidades pelo desenvolvimento tecnológico do país.

A criação dos institutos tem entre seus objetivos contribuir para o desenvolvimento sócio econômico local e regional. Assim atuar em pesquisa, desenvolvimento e inovação junto as empresas está no nosso DNA”, destaca Deborah, que também é reitora do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).

Atualmente, são 13 polos de inovação dentro de Institutos Federais (veja abaixo), os quais atuam em diferentes áreas tecnológicas e projetos de pesquisa aplicados em parceria com o setor produtivo. Essas unidades já realizaram 2.178 prospecções de parcerias junto ao setor industrial, as quais resultaram em 106 negociações efetivamente.

Instituto Federal

Segmento

AMAZONAS

PROCESSOS INDUSTRIAIS

BAHIA

EQUIPAMENTOS MÉDICOS

CEARÁ

SISTEMAS EMBARCADOS E MOBILIDADE DIGITAL

ESPÍRITO SANTO

METALURGIA E MATERIAIS

FLUMINENSE

MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE

GOIÁS

TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS INDUSTRIAIS

GOIANO

TECNOLOGIAS AGROINDUSTRIAIS

MINAS GERAIS

SISTEMAS AUTOMOTIVOS INTELIGENTES

PARAÍBA

MANUFATURA

SANTA CATARINA

SISTEMAS INTELIGENTES DE ENERGIA

SUL DE MINAS GERAIS

AGROINDÚSTRIA DO CAFÉ

TRIÂNGULO MINEIRO

PRODUTOS E PROCESSOS PARA PRODUÇÃO VEGETAL E TECNOLOGIAS PARA O PROCESSSAMENTO AGROINDUSTRIAL

Hoje celebramos uma importante conquista para promover a inovação no Brasil. A Embrapii tem como missão apoiar o desenvolvimento de novos, produtos,processos e serviços demandados pelo setor privado e para isso usamos toda a riqueza, estrutura de ponta, pessoal qualificado que existem nas nossas universidades federais e institutos federais e institutos de pesquisa”, destaca Igor Manhães, diretor de Planejamento e Relações Institucionais da Embrapii.

Os projetos desenvolvidos nos Institutos Federais resultaram em 113 pedidos de propriedade intelectual depositados junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), os quais poderão se tornar alvo de transferência de tecnologia com a geração de novos produtos, processos e serviços inovadores.

Embrapii – A empresa é uma organização social com contrato de gestão com os ministérios da Educação; Ciência, Tecnologias e Inovações (MCTI); e Saúde. A organização foi criada em 2013 com o objetivo de fazer a ponte entre o setor produtivo e os centros de conhecimento, e diminuir o risco das empresas que estão dispostas a investir em inovação.

Assessoria de Comunicação do Conif

com informações do MEC

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